1 Estudo2 Chuva3 Bacias
4 Métodos5 Cálculo6 Resultados
7 Gráficos8 Exportar
2 Chuva de projeto Módulo 1 ou valores informados
4 Métodos
Escolha uma bacia na tabela da etapa 3.
5 Cálculo em lote
Calcular todas as bacias
Calcular só as selecionadas
6 Resultados
Calcule o lote para ver os resultados.
7 Gráficos
Os gráficos aparecem depois do cálculo.
8 Memorial e exportação
Bacias (CSV)
Vazões por TR (CSV)
Hidrogramas (CSV)
Planilha (XLSX)
Geometria (GeoJSON)
Memorial (Markdown)
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Importar bacias e talvegues Fechar
Base de cálculo
Sequência por bacia: dados físicos da bacia → tempo de concentração → chuva de projeto do Módulo 1 na duração exigida pelo método → ajuste espacial da precipitação → parâmetro de escoamento (C, CN, C2 , C de McMath ou P0 ) → vazão de pico ou hidrograma, para cada período de retorno. Cada valor que você não escolheu aparece no memorial como padrão declarado, com a fonte.
Talvegue: declividade total S = (cota de montante − cota de jusante)/(1000·L), com L em km; declividade equivalente pelo perfil, S_eq = [L / Σ(L_i/√I_i)]², só com todos os trechos descendentes. Nos métodos que aceitam, você escolhe a total, a equivalente ou a automática.
Tempo de concentração: fórmulas empíricas de bacia (Kirpich, Carter, Lag do SCS/NRCS, Chow, Corps/MOPU, Picking, Dooge, Pasini, Giandotti, Témez, FAA, Johnstone & Cross, DNOS/Mello, Bransby Williams, Simas & Hawkins, George Ribeiro, Schaake-Geyer-Knapp, Desbordes, Ventura), métodos de percurso por trechos (Kerby, Izzard, lâmina e escoamento raso do TR-55, escoamento difuso da Norma 5.2-IC, canal de Manning, onda cinemática e o método segmentado, que soma os trechos), o rodoviário de Peltier-Bonnenfant e os do IPR-715 (Kirpich modificada e Lag do USBR). Rossi, John Collins e Kerby do IPR-715 ficam só para comparação. Os métodos que dependem da intensidade (Izzard, onda cinemática) iteram com a curva IDF até convergir.
Chuva: a do Módulo 1 (equação IDF direta, inclusive as Equações IDF BRASIL, isozonas de Torrico e de Basso, TMPD ou Pfafstetter), pontual, na duração igual ao Tc nos métodos racionais e em hietograma de passo DU nos hidrogramas (regra do IPR-715 ou blocos alternados).
Ajuste espacial da precipitação: um fator só por método — ARF regional 1 − w·log(A/25) (Hidrologia na Prática; A > 25 km² e duração ≥ 30 min), KA da Norma 5.2-IC, FA do IPR-715 (Metodologias A e B) ou ábaco K do DAEE (até 300 km²). Os métodos com fator próprio na fórmula não recebem outro.
Coeficiente de escoamento C: tabelas da ASCE, de Wilken, de Peltier, de Gariglio & Ferrari, de Bürkli-Ziegler e do DAEE, em valor único para a bacia ou por fragmentos, com média ponderada pelas áreas C = Σ(C_i·A_i)/ΣA_i. Correção pelo período de retorno só nas tabelas da ASCE e de Wilken: Cf de Wright-McLaughlin ou C_T = 0,8·T^0,1·C_10 (FCTH).
Curve number CN: tabelas do NEH 630 (NRCS), do SCS (Jabôr), de Tucci (1993), do IPR-715 (Tabela 11) e da Norma 5.2-IC (CN = 25400/(254 + 5·P_0)), na condição de umidade antecedente II; I ou III pela conversão de Chow, Maidment & Mays ou pela Tabela 12 do IPR-715. CN do Jabôr: CN = CN1·CN2·CN3 ≤ 98. Chuva efetiva de Mockus: P_e = (P − 0,2·S)²/(P + 0,8·S), S = 25400/CN − 254 (mm).
Família bibliográfica: quando a bibliografia liga uma tabela de escoamento a um método de Tc ou de vazão (ex.: Tc e C de Peltier-Bonnenfant; Kirpich modificada, CN da Tabela 11 e HU do IPR-715), a página sugere essa tabela; outra escolha calcula com alerta.
Vazão de pico: racional Q = C·i·A/3,6 (m³/s, i em mm/h, A em km²) e variantes — corrigido do IPR-715 (n = A^−0,10), de Bürkli-Ziegler (n = A_ha^−0,15), com retardo do Jabôr (φ = (100·A)^(−1/n)), do DAEE (Q = 166,67·C·i·A·D, em l/s, i em mm/min, A em ha), da Norma 5.2-IC (Q = C·I·A·K_t/3,6, com C = (X − 1)(X + 23)/(X + 11)² e X = P_d·K_A/(P_0·β)), com hidrograma triangular do DAEE (t_b = 3·t_c) e McMath (C_M = C1 + C2 + C3).
Hidrogramas: HU triangular do IPR-715 (Metodologias A e B), HUT do Jabôr, HU adimensional do SCS, Snyder, Uehara e I-PAI-WU (DAEE) e Chow (DP-H04 da PMSP), por convolução da chuva efetiva em passos DU , com conferência do volume (V = P_e·A, tolerância de 0,5 %) e vazão de base opcional.
Dados observados: análise de frequência de vazões (Gumbel, Hazen, Log-Pearson III), transposição de vazões, Füller, Gradex e hidrograma percentual do CTH. A envoltória de Creager entra só como comparação.
Faixas de aplicação: cada método traz a faixa de área, comprimento ou declividade da fonte e a do referencial escolhido (DNIT, DAEE-SP, PMSP ou livre); fora dela o cálculo segue com alerta. Limites que tornam o método inaplicável (ex.: Peltier-Bonnenfant fora de 1 a 400 ha) recusam a bacia com a explicação.
Limitações assumidas
A vazão é a de cada bacia isolada, no exutório: não há propagação em canais ou reservatórios nem composição de hidrogramas de bacias encadeadas.
A chuva é uniforme sobre a bacia, com o ajuste espacial escolhido; não há chuva móvel nem variação espacial dentro da bacia.
As fórmulas de Tc e os coeficientes das tabelas são empíricos e regionais: valem melhor na faixa de origem de cada um e não substituem a calibração com dados observados da bacia.
A combinação entre Tc , tabela de escoamento e método de vazão é escolha do projetista; o alerta de família indica só o que a bibliografia apresenta como combinação, sem impedir outra.
Valores adotados fora do que a tabela dá exigem motivo e ficam registrados no memorial com alerta; a responsabilidade pela escolha é do projetista.
Parâmetros regionais (w do ARF, β da Norma 5.2-IC, Ct e Cp de Snyder, K do ábaco do DAEE acima de 300 km²) exigem calibração ou fonte local; sem ela, o memorial avisa.
Os métodos estatísticos dependem do tamanho e da qualidade da série; série com menos de 25 anos (critério do DAEE) e período de retorno acima de 100 anos ou do dobro da série (IPR-715) geram alerta.
Os métodos marcados como comparação (Rossi, John Collins, Kerby do IPR-715 e Creager) não dão vazão de projeto.
Dados: os valores do estudo são enviados à API do HydraDrain, que calcula e devolve o resultado sem gravá-los. Estudos e rascunho ficam só neste navegador; use "Exportar estudo (JSON)" para ter uma cópia. Como em qualquer servidor web, o acesso entra nos registros técnicos da hospedagem.
Referências bibliográficas
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